6 de dez. de 2011
23 de nov. de 2011
REAÇÃO
Syndey Harris, colunista de uma agencia de notícias, conta que acompanhou um amigo a uma banca de jornal e viu seu amigo cumprimentar o vendedor muito cortesmente. Contudo, em troca recebeu uma atenção ríspida, mal-educada, e o jornal sendo rudemente jogado na direção dele. O amigo de Harris educadamente sorriu e desejou ao homem um bom fim-de-semana. "Ele sempre o trata assim rudemente?" "Sim, infelizmente, ele me trata assim". "Você sempre o trata com tanta educação e amizade?" "Sim". "Por que você é tão gentil com ele se ele é tão grosseiro com você?" "Porque eu não quero que ele decida como eu vou reagir". Isso é mansidão. (Rick Warren)
8 de nov. de 2011
VITORIA
Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com síndrome de Down, ajoelhou-se, deu um beijo no garoto e disse: — "Pronto, agora vai sarar". E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje. Talvez os atletas fossem deficientes mentais... Mas, com certeza, não eram deficientes da sensibilidade... Por que? Porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho. O que importa nesta vida é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso...
17 de out. de 2011
3 de out. de 2011
QUANDO (NÃO) PERDOAMOS
NÃO PERDOAMOS quando esquecemos que somos capazes de ofender também.
Não perdoamos quando, cegos e surdos para o pedido de perdão, nada escutamos, senão o som de nossos dentes batendo nervosos um no outro.
Não perdoamos quando deixamos que o veneno vá tomando conta de cada órgão do nosso corpo.
Não perdoamos quando ouvimos os conselhos daqueles (da estirpe de Aitofel) que dizem que não devem ser fracos.
Não perdoamos quando sucumbimos à nossa incompetência, elevada à categoria de virtude.
PERDOAMOS quando temos a coragem de ouvir o outro, mesmo que ele queira se explicar.
PERDOAMOS quando nos colocamos no lugar do outro.
PERDOAMOS quando tomamos a iniciativa de promover a paz.
PERDOAMOS quando, desejando a justiça, esperamos por ela, não pela vingança, geralmente desproporcional.
PERDOAMOS quando miramos o exemplo de Jesus, aquele que perdoou previamente seus próprios assassinos. (Israel Belo)
NÃO PERDOAMOS quando esquecemos que somos capazes de ofender também.
Não perdoamos quando, cegos e surdos para o pedido de perdão, nada escutamos, senão o som de nossos dentes batendo nervosos um no outro.
Não perdoamos quando deixamos que o veneno vá tomando conta de cada órgão do nosso corpo.
Não perdoamos quando ouvimos os conselhos daqueles (da estirpe de Aitofel) que dizem que não devem ser fracos.
Não perdoamos quando sucumbimos à nossa incompetência, elevada à categoria de virtude.
PERDOAMOS quando temos a coragem de ouvir o outro, mesmo que ele queira se explicar.
PERDOAMOS quando nos colocamos no lugar do outro.
PERDOAMOS quando tomamos a iniciativa de promover a paz.
PERDOAMOS quando, desejando a justiça, esperamos por ela, não pela vingança, geralmente desproporcional.
PERDOAMOS quando miramos o exemplo de Jesus, aquele que perdoou previamente seus próprios assassinos. (Israel Belo)
QUANDO (NÃO) PERDOAMOS
NÃO PERDOAMOS quando esquecemos que somos capazes de ofender também.
Não perdoamos quando, cegos e surdos para o pedido de perdão, nada escutamos, senão o som de nossos dentes batendo nervosos um no outro.
Não perdoamos quando deixamos que o veneno vá tomando conta de cada órgão do nosso corpo.
Não perdoamos quando ouvimos os conselhos daqueles (da estirpe de Aitofel) que dizem que não devem ser fracos.
Não perdoamos quando sucumbimos à nossa incompetência, elevada à categoria de virtude.
PERDOAMOS quando temos a coragem de ouvir o outro, mesmo que ele queira se explicar.
PERDOAMOS quando nos colocamos no lugar do outro.
PERDOAMOS quando tomamos a iniciativa de promover a paz.
PERDOAMOS quando, desejando a justiça, esperamos por ela, não pela vingança, geralmente desproporcional.
PERDOAMOS quando miramos o exemplo de Jesus, aquele que perdoou previamente seus próprios assassinos. (Israel Belo)
NÃO PERDOAMOS quando esquecemos que somos capazes de ofender também.
Não perdoamos quando, cegos e surdos para o pedido de perdão, nada escutamos, senão o som de nossos dentes batendo nervosos um no outro.
Não perdoamos quando deixamos que o veneno vá tomando conta de cada órgão do nosso corpo.
Não perdoamos quando ouvimos os conselhos daqueles (da estirpe de Aitofel) que dizem que não devem ser fracos.
Não perdoamos quando sucumbimos à nossa incompetência, elevada à categoria de virtude.
PERDOAMOS quando temos a coragem de ouvir o outro, mesmo que ele queira se explicar.
PERDOAMOS quando nos colocamos no lugar do outro.
PERDOAMOS quando tomamos a iniciativa de promover a paz.
PERDOAMOS quando, desejando a justiça, esperamos por ela, não pela vingança, geralmente desproporcional.
PERDOAMOS quando miramos o exemplo de Jesus, aquele que perdoou previamente seus próprios assassinos. (Israel Belo)
15 de set. de 2011
ANTES QUE O DESEJO SE TORNE VÍCIO
Se os nossos sentimentos nos definem, nossos desejos nos constituem. Nós somos aquilo que desejamos. Como ensinou Jesus, onde estiver o nosso tesouro, isto é, os nossos desejos, aí estará também o nosso coração (Mateus 6.21).
A maior desgraça do desejo é quando ele se converte em vício. Nada mais blasfemo do que um cristão viciado. Há cristãos viciados em falar da vida alheia; até reunião de oração se transforma em espaço privilegiado para a fofoca. São cristãos que não refreiam as suas línguas. Há cristãos viciados em guardar dinheiro; eles guardam sempre e de modo tão doentio que nunca usufruem dele. São cristãos que não refreiam sua cobiça. Há cristãos viciados em mentir; dizem a Deus que O estão adorando, mas estão apenas buscando uma bençãozinha; dizem que têm apreço por seu irmão, sendo até capazes de abençoá-lo da boca para fora, mas não têm a menor disposição de ajudá-lo a carregar as suas cargas. São cristãos escravos da aparência.
Ter domínio próprio é controlar os próprios vícios, não os vícios dos outros, que já é um outro vício. (extraido do site O Prazer da Palavra)
Se os nossos sentimentos nos definem, nossos desejos nos constituem. Nós somos aquilo que desejamos. Como ensinou Jesus, onde estiver o nosso tesouro, isto é, os nossos desejos, aí estará também o nosso coração (Mateus 6.21).
A maior desgraça do desejo é quando ele se converte em vício. Nada mais blasfemo do que um cristão viciado. Há cristãos viciados em falar da vida alheia; até reunião de oração se transforma em espaço privilegiado para a fofoca. São cristãos que não refreiam as suas línguas. Há cristãos viciados em guardar dinheiro; eles guardam sempre e de modo tão doentio que nunca usufruem dele. São cristãos que não refreiam sua cobiça. Há cristãos viciados em mentir; dizem a Deus que O estão adorando, mas estão apenas buscando uma bençãozinha; dizem que têm apreço por seu irmão, sendo até capazes de abençoá-lo da boca para fora, mas não têm a menor disposição de ajudá-lo a carregar as suas cargas. São cristãos escravos da aparência.
Ter domínio próprio é controlar os próprios vícios, não os vícios dos outros, que já é um outro vício. (extraido do site O Prazer da Palavra)
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