15 de set. de 2011

ANTES QUE O DESEJO SE TORNE VÍCIO
Se os nossos sentimentos nos definem, nossos desejos nos constituem. Nós somos aquilo que desejamos. Como ensinou Jesus, onde estiver o nosso tesouro, isto é, os nossos desejos, aí estará também o nosso coração (Mateus 6.21).
A maior desgraça do desejo é quando ele se converte em vício. Nada mais blasfemo do que um cristão viciado. Há cristãos viciados em falar da vida alheia; até reunião de oração se transforma em espaço privilegiado para a fofoca. São cristãos que não refreiam as suas línguas. Há cristãos viciados em guardar dinheiro; eles guardam sempre e de modo tão doentio que nunca usufruem dele. São cristãos que não refreiam sua cobiça. Há cristãos viciados em mentir; dizem a Deus que O estão adorando, mas estão apenas buscando uma bençãozinha; dizem que têm apreço por seu irmão, sendo até capazes de abençoá-lo da boca para fora, mas não têm a menor disposição de ajudá-lo a carregar as suas cargas. São cristãos escravos da aparência.
Ter domínio próprio é controlar os próprios vícios, não os vícios dos outros, que já é um outro vício. (extraido do site O Prazer da Palavra) 

27 de ago. de 2011

DESERTO
O livro de Lew Wallace, Ben-Hur, conta a história de um aristocrata judeu atraiçoado pelo seu melhor amigo e é condenado a servir como escravo numa galera da Marinha Romana. Numa marcha forçada para o navio, Judah Ben-Hur conhece Jesus de Nazaré, cuja compaixão o enche de esperança. Mais tarde, Ben-Hur salva o Comandante Romano numa batalha. Como gratidão, o Comandante adopta Ben-Hur como filho, passando-o instantaneamente de escravo a herdeiro. É isso que nos acontece quando Deus nos adopta na Sua família. Mas grande privilégio acarreta consigo grande responsabilidade. Paulo disse que nós nos tornamos "herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo; se é certo que com Ele padecemos" (Rm. 8:17). O Evangelho não diz: "Vem a Jesus e vive alegremente para sempre." O plano de Deus para a educação dos Seus filhos inclui treino por meio de dificuldades. Os anos que Ben-Hur suportou as tribulações como escravo Romano fortaleceram-no e aumentaram a sua resistência. Finalmente ele derrotou o seu "amigo-tornado-inimigo" numa corrida de carros de combate. Como a resistência e o treino foram fundamentais para a vitória de Ben-Hur, assim também são vitais para a vitória na guerra do cristão contra o pecado e o mal. Os tempos difíceis que suportamos são o modo de Deus nos preparar para um maior serviço para a Sua glória.

7 de ago. de 2011

HONRA
Uma pequena igreja estava fazendo planos para construir um templo bem maior. Como homenagem ao pastor que exercia seu ministério ali há muitos anos, o comitê de construção  disse a ele que seu nome seria colocado na pedra fundamental. O pastor agradeceu muito a consideração e lembrou o versículo do apóstolo Paulo aos Coríntios: "fazei tudo para a glória
de Deus." Pediu, então, que seu nome não aparecesse na nova construção. Hoje, quem visita aquela igreja, em vez do nome do pastor, encontra escrito: "Para a glória de Deus." O que temos buscado quando nos colocamos à disposição de Cristo para trabalhar na edificação de Seu  reino? O nosso propósito é levar aos nossos amigos a mesma alegria que nos contagiou quando recebemos o Salvador no coração ou almejamos, ao mesmo tempo, algum tipo de reconhecimento?

27 de jul. de 2011

PENSAMENTO
 Sentado no meu carro estacionado, à espera que a minha mulher acabasse de fazer as compras, passei o tempo a observar os transeuntes. Reparei particularmente num homem que estava profundamente comprometido a falar com ele mesmo. O que ele dizia não sei, mas devia ser uma discussão séria. Recordou-me um homem que, quando lhe perguntaram porque é que estava sempre a falar consigo mesmo, respondeu, “Tenho duas razões: Primeiro, gosto de ouvir falar um homem inteligente. E depois, gosto de falar a um homem inteligente!”. Quando as pessoas falam consigo mesmas, o que é que elas dizem? Podem dizer bem ou mal, pois as nossas palavras revelam o que está no nosso coração. O rico em Lucas 12.16-21 falou orgulhosamente consigo mesmo acerca das suas riquezas, e Deus chamou-o de louco. O pródigo, em Lucas 15, falou consigo mesmo acerca da sua pobreza, e voltou ao pai. Quando falas contigo, estás simplesmente a pensar alto, revelando o que está no teu coração. Pode muito bem ser dito que nós somos o que pensamos.

12 de jul. de 2011

Atleta
Há uma lenda que conta sobre uma famosa corredora grega que sempre se sagrava vencedora, especialmente nas corridas regionais. Era impressionante ver-se a agilidade da jovem nos esportes porque a sua destreza superava à de todos os demais atletas que competiam. Isso vinha trazendo aborrecimentos sérios para vários competidores. Certo dia, um deles planejou um expediente para derrotar sua rival na corrida, que aconteceria nos jogos olímpicos daquele ano. Seria um investimento de alto custo, mas, com a derrota da sua mais forte adversária, ele seria compensado com os prêmios valiosos que receberia. Chegado o dia da corrida, ele levou para o estádio várias esferas de ouro puro. Quando foi dado o sinal de partida, ele empenhou-se de tal forma até passar à frente da rival que de início sempre poupava as suas forças. Uma vez à sua frente, enquanto corria, o atleta deixava cair de vez em quando uma das preciosas esferas de ouro. Fascinada pelo brilho intenso do metal e ambicionando tê-lo em suas mãos, a jovem corredora abaixava-se a todo momento para apanhar as esferas. Enquanto isto, os companheiros que ela havia deixado para trás aproximavam-se e o dono do projeto já ia muito longe. Quando a competidora percebeu o seu atraso, especialmente em relação ao da frente, já era tarde demais. Reuniu todas as forças em reserva e conseguiu distanciar-se dos que vinham na sua retaguarda, contudo não pôde alcançar aquele que passou à sua frente. Perdeu o prêmio porque tirou os olhos do alvo para se deter, recolhendo as argolinhas de ouro. Cristo representa para nós o alvo máximo a ser atingido. Somos os atletas, que neste mundo correm perseguindo este alvo supremo. Isto, entretanto, demanda esforço, luta, sofrimento, preparo, confiança e otimismo. É fundamental e necessário esquecer as coisas que deixamos para trás, avançando com os olhos fitos "naquele que nos fortalece "; até possuí-lo em toda a sua plenitude.

4 de jul. de 2011

AMIZADE

Dois viajantes encontraram um urso na estrada. O primeiro subiu numa árvore e se escondeu. O outro, apavorado, resolveu se jogar no chão e se fingir de morto. O animal chegou perto, cheirou as orelhas dele e foi embora. Dizem que um urso não mexe com quem está morto. O que estava na árvore desceu e perguntou ao companheiro o que é que o urso tinha cochichado. "Ele me disse para não viajar mais com quem abandona os amigos na hora do perigo." É na dificuldade que se prova a amizade!!!