12 de jul. de 2011

Atleta
Há uma lenda que conta sobre uma famosa corredora grega que sempre se sagrava vencedora, especialmente nas corridas regionais. Era impressionante ver-se a agilidade da jovem nos esportes porque a sua destreza superava à de todos os demais atletas que competiam. Isso vinha trazendo aborrecimentos sérios para vários competidores. Certo dia, um deles planejou um expediente para derrotar sua rival na corrida, que aconteceria nos jogos olímpicos daquele ano. Seria um investimento de alto custo, mas, com a derrota da sua mais forte adversária, ele seria compensado com os prêmios valiosos que receberia. Chegado o dia da corrida, ele levou para o estádio várias esferas de ouro puro. Quando foi dado o sinal de partida, ele empenhou-se de tal forma até passar à frente da rival que de início sempre poupava as suas forças. Uma vez à sua frente, enquanto corria, o atleta deixava cair de vez em quando uma das preciosas esferas de ouro. Fascinada pelo brilho intenso do metal e ambicionando tê-lo em suas mãos, a jovem corredora abaixava-se a todo momento para apanhar as esferas. Enquanto isto, os companheiros que ela havia deixado para trás aproximavam-se e o dono do projeto já ia muito longe. Quando a competidora percebeu o seu atraso, especialmente em relação ao da frente, já era tarde demais. Reuniu todas as forças em reserva e conseguiu distanciar-se dos que vinham na sua retaguarda, contudo não pôde alcançar aquele que passou à sua frente. Perdeu o prêmio porque tirou os olhos do alvo para se deter, recolhendo as argolinhas de ouro. Cristo representa para nós o alvo máximo a ser atingido. Somos os atletas, que neste mundo correm perseguindo este alvo supremo. Isto, entretanto, demanda esforço, luta, sofrimento, preparo, confiança e otimismo. É fundamental e necessário esquecer as coisas que deixamos para trás, avançando com os olhos fitos "naquele que nos fortalece "; até possuí-lo em toda a sua plenitude.

4 de jul. de 2011

AMIZADE

Dois viajantes encontraram um urso na estrada. O primeiro subiu numa árvore e se escondeu. O outro, apavorado, resolveu se jogar no chão e se fingir de morto. O animal chegou perto, cheirou as orelhas dele e foi embora. Dizem que um urso não mexe com quem está morto. O que estava na árvore desceu e perguntou ao companheiro o que é que o urso tinha cochichado. "Ele me disse para não viajar mais com quem abandona os amigos na hora do perigo." É na dificuldade que se prova a amizade!!!

16 de jun. de 2011

HABILIDADE

Sir Michael Costa estava a dirigir um ensaio no qual a orquestra tocava a par de um grande coro. A meio da sessão, com trombetas a retinir, tambores a retumbar, e violinos cantando a sua rica melodia, o tocador de flautim murmurou para si: "Que diferença estou eu a fazer? Posso muito bem não tocar. De qualquer maneira ninguém me poderá ouvir." Assim ele manteve o instrumento na sua boca, mas ele não criou qualquer som. Dentro de momentos, o maestro gritou: "Parem! Parem! Onde está o flautim?" O ouvido da pessoa mais importante de todas sentiu a sua falta. Acontece o mesmo com o uso de nossas capacidades para o Senhor. Quer o nosso talento seja grande ou pequeno, o desempenho não está completo até que façamos o nosso melhor com o que temos.

8 de jun. de 2011

PEQUENOS PEDIDOS, GRANDES RESPOSTAS

No seu último encontro com Jesus, os apóstolos lhe fazem um pedido: a restauração de Israel, vale dizer,  a chegada de um tempo em que os israelitas tivessem estabelecida ou restabelecida a sua dignidade como povo, a partir da capital (Jerusalém).
Vejamos a resposta:
--  Vocês  serão capacitados para serem minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.
Eles pensam pequeno.
Querem a glória de uma nação e Jesus lhes oferece o palco do mundo.
Pensam em si mesmos e Jesus lhes mostra os outros.
Buscam uma bênção e Jesus lhes lega uma tarefa.

Quaisquer semelhanças com as nossas práticas não são meras coincidências.(Israel Belo)

3 de jun. de 2011

SOLIDARIEDADE

Quando Sundar Singh, um célebre cristão indiano, viajava com seu guia, pelo Himalaia, foi atingido por violenta tempestade de neve. Arrastando-se pelo caminho, ele e seu companheiro tropeçaram num homem semi coberto pela neve. O guia insistiu para que prosseguissem dizendo que ao socorrer a vítima poriam em perigo a sua própria segurança. Enquanto o guia prosseguiu sozinho, Sundar ergueu aquele corpo in­consciente aos ombros e enfrentou a tempestade, parecendo estar em desvan­tagem. Assim que a noite caiu, a boca de uma caverna se abriu à frente, numa promessa de descanso seguro. Sundar, então, que se conservava aquecido pela carga extra que carregou, tropeçou no corpo gelado do seu guia. De acordo com o sentido do texto acima, a grande missão de nosso Se­nhor é a missão de cada cristão com relação aos outros. Embora não esteja­mos no serviço cristão por tempo integral, temos de ser cristãos integrais.