23 de nov de 2011

REAÇÃO
Syndey Harris, colunista de uma agencia de notícias, conta que acompanhou um amigo a uma banca de jornal e viu seu amigo cumprimentar o vendedor muito cortesmente. Contudo, em troca recebeu uma atenção ríspida, mal-educada, e o jornal sendo rudemente jogado na direção dele. O amigo de Harris educadamente sorriu e desejou ao homem um bom fim-de-semana. "Ele sempre o trata assim rudemente?" "Sim, infelizmente, ele me trata assim". "Você sempre o trata com tanta educação e amizade?" "Sim". "Por que você é tão gentil com ele se ele é tão grosseiro com você?" "Porque eu não quero que ele decida como eu vou reagir". Isso é mansidão. (Rick Warren)

8 de nov de 2011

VITORIA
Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com síndrome de Down, ajoelhou-se, deu um beijo no garoto e disse: — "Pronto, agora vai sarar". E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje. Talvez os atletas fossem deficientes mentais... Mas, com certeza, não eram deficientes da sensibilidade... Por que?  Porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho. O que importa nesta vida é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso...